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Outubro Rosa: mitos e verdades sobre o câncer de mama

3 de outubro de 2017

mitos e verdades câncer de mama

As brasileiras ainda acreditam em muitas lendas sobre o câncer de mama, o que compromete o diagnóstico precoce e dificulta o tratamento. E todos os anos, milhares de novos casos de câncer acabam sendo descobertos e para você ter uma ideia, em 2016 tivemos 57.960 novos casos de câncer no país, sendo que 99% dos casos acometem as mulheres.

Embora o número seja alarmante e preocupante, existem chances de cura se for diagnosticado precocemente. Uma alimentação balanceada e a prática de atividades físicas regulares são fatores determinantes para se proteger contra qualquer tipo de câncer. O excesso de gordura abdominal também é outro fator de risco que aumenta em 74% o risco de desenvolver a doença.

Por isso, além da alimentação saudável, é importante sempre consultar um médico, caso suspeite de algo.

Veja alguns mitos e verdades sobre o câncer de mama.

Já tive casos na família de câncer de mama, eu corro o risco de ter?

Verdade. Ter alguém na família que teve câncer de mama, aumenta suas chances em 80% de desenvolver a doença. Há um teste que mostra se há mutações genéticas. Porém, o serviço só é feito na rede particular de saúde e custa em torno de R$ 600. Se for detectada a mutação, as cirurgias preventivas conseguem reduzir bastante esse risco.

Apenas as mulheres tem câncer de mama?

Mito. As mulheres são as mais afetadas por essa doença (99%), mas os homens também podem desenvolver o tumor.

Amamentar ajuda a proteger contra o câncer de mama?

Verdade. Quando o bebê mama, as células mamárias ficam produzindo leite e se multiplicam menos, o que reduz o risco de contrair a doença.



O câncer de mama raramente se espalha para outras partes do corpo?

Mito. No Brasil, a maioria dos pacientes recebem o diagnóstico em fase avançada da doença. Quando há metástase (disseminação do câncer), as áreas mais atingidas são ossos, pulmão e fígado.

Existem tipos diferentes de câncer de mama?

Verdade. A medicina consegue identificar diferentes tipos de câncer de mama e os tratamentos são cada vez mais específicos. Com os novos conhecimentos sobre o perfil biológico de cada tumor e seu comportamento, pode se adequar com mais eficácia a quimioterapia, a radioterapia, a hormonioterapia e até a cirurgia.

Mulheres obesas ficam mais suscetíveis à doença

Verdade. O excesso de peso é prejudicial porque o tecido gorduroso aumenta os níveis de estrogênio.

Quem não tem filhos ou é mãe depois dos 30 anos tem maior probabilidade de desenvolver a doença?

Verdade. O risco aumenta porque essas mulheres menstruam mais vezes ao longo da vida, ficando excessivamente expostas aos hormônios estrogênio e progesterona. O estrogênio estimula as células da glândula mamária a se reproduzir. Portanto, quanto mais menstruações, maior é o risco.

Pancada na mama pode causar câncer?

Mito. As pancadas que ocorrem na mama podem causar dor, incômodo no local e demorar alguns dias para a cicatrização completa. A lesão causada pela pancada pode gerar uma área de fibrose (endurecimento do tecido) no tecido gorduroso da mama. Essa fibrose, a depender da intensidade e localização da pancada, pode ser percebida como um pequeno caroço. Porém, esse caroço oriundo da fibrose não é maligno e não causa problemas para a mulher.
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Ainda não acabou!

Veja também: Conheça quais são as cirurgias plásticas mais realizadas no Brasil

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